segunda-feira, 29 de abril de 2013
domingo, 28 de abril de 2013
A maçã e o Mestre
Hoje ofereci uma maçã à minha professora de Arte Terapia, Maya seu nome. Não resisti. Foi só esticar o braço donde estava, para colocar a maçã na sua mesa sem que se apercebe-se enquanto dava a aula. Nesta sala inspiradora e doce, onde durante a semana os meninos da primária vem ter aulas também, nos sentimos de novo crianças e nesse ambiente que a elas pertence, pintamos, unimos, rimos, crescemos juntas, aprendendo com Maya sobre Verdades inspiradoras, trazidas do Mundo Espiritual, por esse grande Visionário que foi Steiner. Estamos já no último ano do curso. Quatro anos de descobertas, amizade, partilha intensa com mulheres sábias, lindas, grandes. Obrigada a todas por serem, por existirem. Obrigada à vida por nos ter juntado neste trabalho tão gratificante e belo que é a Arte Terapia. Estamos juntas, neste caminho que ainda agora começou :). Sentia no início que quatro anos era tanto tempo e passaram voando. Sinto agora que foi pouco tempo e precisava de mais quatro anos para aprender tudo de novo!...
Grata também ao nosso Mestre, querido Pepe, que enfrentou um Cancro neste último ano e dele resurge vitorioso com todo o seu lindo ser florescendo de novo para a vida.
E grata a mim por ter chegado até aqui.
Estamos a chegar ao "caroço da maçã", mas a sua semente traz o potencial de pomares inteiros ao espalharmos novas sementes ;)... Que tanta sabedoria e amor possam abençoar a muitos.
Foto: Jayada, 2013 Muchland©
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Tons da Pineal
É sempre uma alegria muito grande fazer peças de Design para Eventos como este.
Faço parte deste Coro Lemuriano, a cantar com alegria e coração ao alto faz uns 2 anos...
Conheci o Dr.Todd Ovokaitys no Evento Kryon Portugal de 2011 em Lisboa.
Na altura estava a fazer um trabalho sobre o Santo Graal para Arte Terapia e uma série de sincronicidades começaram a acontecer de forma intensa e consecutiva abrindo-me portas atrás de portas pela Geometria Sagrada a dentro. Conhecer o trabalho dos Tons da Pineal foi uma dessas portas que se abriram para mim.
Trata-se de conhecimento ancestral que chega agora até nós da Lemuria, através de recordações Akáshicas deste grande Cientista e Mestre, Dr. Todd, que começou a receber memórias desta linguagem semente que realiza Curas e Transforma a informação do nosso ADN a níveis profundos (ele era o Maestro dos Templos de Rejuvenescimento da Lemuria onde se Cantavam os Tons). Tenho sabido de muitos milagres realizados pela prática destes tons, mas o mais próximo e evidente para mim foi a cura da perna da minha cadela de 16 anos na altura, cuja cabeça do timo saia do lugar fazendo-a "desmontar" e cair constantemente, fazia já meses, todos os dias, a toda a hora... (por sorte meu companheiro tinha a habilidade de conseguir colocar-lhe a perna no lugar outra vez, coisa que também espantava a veterinária que dizia nunca ter visto nada assim, normalmente só com operação vai ao sítio) até que colocando intensão de oração dirigida a ela, num dos workshops enquanto cantava os tons e a visualizava Curada, desde esse dia, nunca mais saiu do lugar! Já lá vai 1 ano.
Se tiverem interesse em saber mais sobre este tipo de Cura pelo Som, podem escutar o Dr. Todd que participará na série de webminars deste link.
Design: Jayada, 2013 Muchland©
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Melro (Blackbird) - Medicina Animal
Melro - Medicina Animal, 2013
Jayada© Grafite sobre papel - 21cmx18cm
(clique uma vez sobre a imagem para ver maior)
Medicina: Talentos e Criatividade recolhecidos, cura pela voz, brilhar para o mundo, habilidade para se manter enraizado na Terra enquanto segue seu caminho Espiritual, movimento e Yoga, determinação e foco. Ensina como reconhecer seu Poder e usá-lo em seu máximo potencial.
A vida em Cabaços...
Depois
do inverno mais quentinho da minha vida, tricotando à lareira nesta
acolhedora casa de taipa com aquecimentro central ulálá, está aberta a
temporada da piscina com o povo todo à porta a banhar-se no Festival da
Alegria. As favas e as ervilhas estão quase no ponto da colheita, a mula
do vizinho veio ajudar a revirar a terra para novas colheitas, novos
amigos passando na comunidade, cães e gatinhos
a nascer, os vasos dos aloés de volta ao alpendre passada a geada,
flores de todas as cores banhando-se ao sol de cara sorridente. O Babalu
anda à solta no jardim que há tanto lhe havia prometido recuperar, a
Rebeca... lá vai andando nos seus centenários anos caninos, meio aos
caidos mas Feliz, e eu também. Solteira, centrada, radiante,
aproveitando as aulas de Yoga, que não sei quanto tempo o professor fica
por cá, Saudações ao Sol, Saudações à Lua, Saudações à Terra...Gratidão
à vida...
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Chamar as coisas pelos nomes...
Faz muito tempo que não passo por aqui... mas tenho visto passar golfinhos...
No sul da Índia, num Ashram que desejava faz algum tempo conhecer: Amritapuri em Kerala. Uma comunidade nasceu e cresceu tomando proporções astronómicas, no meio de uma língua de floresta de coqueiros entre o mar e o rio. Tudo por causa de um Ser maravilhoso chamado Amma, que pela sua santidade atrai milhares de pessoas de todo o mundo para dentro do seu abraço. Não tenho palavras para expressar a Ela a Gratidão que sinto por tudo o que me tem dado nos últimos 4 anos. É uma experiência que só pode ser vivida e sentida. Experiência sempre muito profunda e pessoal, pois Ela nos conhece e dá a cada um aquilo que individualmente precisamos.
Poder passar 2 mêses seguidos na Sua Presença Amorosa é Pura inspiração Divina de toda a Mestria que nós também Somos, se acreditarmos que Somos mais do que aquilo que pensamos que somos. :)...
Abrindo o coração, partilhando, trabalhando, abraçando-me em Tudo... Impossível voltar igual. E não voltei. Até o nome mudou, pois recebi um novo nome, dado por Ela: Jayada. Assim passo a me chamar e a assinar minhas criações. Nunca gostei de assinar os meus trabalhos. Era como se ao faze-lo no final estivesse a colocar uma cerca à volta deles. Como se os quisesse tomar para mim. E a arte não pode ser tomada, apenas dada. A Arte é livre e como um pássaro não posso fecha-la na gaiola do meu cunho, pois não é minha, é de todos, é de Deus. Assim pensei sempre... Mas quando à uns mêses comecei a desenvolver desenho realista, algo nesta visão mudou, de alguma forma assinar começou a fazer sentido, pois era uma forma de dizer estou aqui. E Eu Sou o que Eu Sou. Assumo o compromisso da Arte em mim, do fluir do seu Espírito no meu Espírito, na minha vida, na minha mão. Não tenho vergonha de mostrar que através de mim podem nascer coisas belas. Ser mãe de muitos filhos. :) E eles são para partilhar e serão sempre livres, com ou sem assinatura... Deixaram assim de ser filhos orfãos, pois assumi minha materidade através deles :) Se calhar isto é tudo muito tonto, mas é assim que sinto...
E depois veio este nome... Um nome não tem importância alguma, importante são as nossas ações, como sentimos e como vivemos, mas um nome pode ter bastante influência ao mesmo tempo, pois é uma vibração, uma assinatura energética que molda o nosso ADN. Sempre achei que o nome Alexandra não me servia, que os meus pais se tinham enganado. Que era demasiado comprido para o meu 1.50m de gente... Era como usar um 40 quando calço 35. Sempre fui a Xana, a Xaninha (que tenho vindo a tentar erradicar nos últimos anos sem grande sucesso)... Xaninha então... esse nome nem me deixava crescer, era um tamanho 25! Depois voltei à terra que me viu ser criança, o Brasil e lá Xana é nome de orgão sexual feminino, por isso pela 1ª vez na vida comecei a apresentar-me como Alexandra, com a vibração completa do meu nome de nascimento. E comecei a gostar mais dele, assim na versão Brasileira. Em Português soava pesado e sério, em brasileiro parecia uma carícia cantada :) Alexandra... Rápidamente passei a ser a Ale... Mas fiz as pazes com o meu nome. Então voltei a Portugal e decidi assumir a Alexandra em modo português mesmo :). E assim tem sido desde 2007. Mas agora, na Índia, sabia que a Amma dava nomes e que podia ter ou não a oportunidade de receber um nome espiritual.
Devo confessar que gostava de receber um nome dado pela Amma, mas não estava "agarrada" a isso e aconteceu. Por isso, apartir de agora passo a assinar Jayada e este foi o 1º desenho que recebeu este nome, cuja tradução é: "Aquele que dá a Vitória".
Que assim seja. "Não eu, Deus em mim é a Vitória Cósmica da Luz". Agora é disto que me lembrarei sempre, quando me chamarem Jayada. Jay para os amigos e para os golfinhos de Kerala, hehehe... Vitória à Mãe Divina no coração de todos os Seres!
No sul da Índia, num Ashram que desejava faz algum tempo conhecer: Amritapuri em Kerala. Uma comunidade nasceu e cresceu tomando proporções astronómicas, no meio de uma língua de floresta de coqueiros entre o mar e o rio. Tudo por causa de um Ser maravilhoso chamado Amma, que pela sua santidade atrai milhares de pessoas de todo o mundo para dentro do seu abraço. Não tenho palavras para expressar a Ela a Gratidão que sinto por tudo o que me tem dado nos últimos 4 anos. É uma experiência que só pode ser vivida e sentida. Experiência sempre muito profunda e pessoal, pois Ela nos conhece e dá a cada um aquilo que individualmente precisamos.
Poder passar 2 mêses seguidos na Sua Presença Amorosa é Pura inspiração Divina de toda a Mestria que nós também Somos, se acreditarmos que Somos mais do que aquilo que pensamos que somos. :)...
Abrindo o coração, partilhando, trabalhando, abraçando-me em Tudo... Impossível voltar igual. E não voltei. Até o nome mudou, pois recebi um novo nome, dado por Ela: Jayada. Assim passo a me chamar e a assinar minhas criações. Nunca gostei de assinar os meus trabalhos. Era como se ao faze-lo no final estivesse a colocar uma cerca à volta deles. Como se os quisesse tomar para mim. E a arte não pode ser tomada, apenas dada. A Arte é livre e como um pássaro não posso fecha-la na gaiola do meu cunho, pois não é minha, é de todos, é de Deus. Assim pensei sempre... Mas quando à uns mêses comecei a desenvolver desenho realista, algo nesta visão mudou, de alguma forma assinar começou a fazer sentido, pois era uma forma de dizer estou aqui. E Eu Sou o que Eu Sou. Assumo o compromisso da Arte em mim, do fluir do seu Espírito no meu Espírito, na minha vida, na minha mão. Não tenho vergonha de mostrar que através de mim podem nascer coisas belas. Ser mãe de muitos filhos. :) E eles são para partilhar e serão sempre livres, com ou sem assinatura... Deixaram assim de ser filhos orfãos, pois assumi minha materidade através deles :) Se calhar isto é tudo muito tonto, mas é assim que sinto...
E depois veio este nome... Um nome não tem importância alguma, importante são as nossas ações, como sentimos e como vivemos, mas um nome pode ter bastante influência ao mesmo tempo, pois é uma vibração, uma assinatura energética que molda o nosso ADN. Sempre achei que o nome Alexandra não me servia, que os meus pais se tinham enganado. Que era demasiado comprido para o meu 1.50m de gente... Era como usar um 40 quando calço 35. Sempre fui a Xana, a Xaninha (que tenho vindo a tentar erradicar nos últimos anos sem grande sucesso)... Xaninha então... esse nome nem me deixava crescer, era um tamanho 25! Depois voltei à terra que me viu ser criança, o Brasil e lá Xana é nome de orgão sexual feminino, por isso pela 1ª vez na vida comecei a apresentar-me como Alexandra, com a vibração completa do meu nome de nascimento. E comecei a gostar mais dele, assim na versão Brasileira. Em Português soava pesado e sério, em brasileiro parecia uma carícia cantada :) Alexandra... Rápidamente passei a ser a Ale... Mas fiz as pazes com o meu nome. Então voltei a Portugal e decidi assumir a Alexandra em modo português mesmo :). E assim tem sido desde 2007. Mas agora, na Índia, sabia que a Amma dava nomes e que podia ter ou não a oportunidade de receber um nome espiritual.
Devo confessar que gostava de receber um nome dado pela Amma, mas não estava "agarrada" a isso e aconteceu. Por isso, apartir de agora passo a assinar Jayada e este foi o 1º desenho que recebeu este nome, cuja tradução é: "Aquele que dá a Vitória".
Que assim seja. "Não eu, Deus em mim é a Vitória Cósmica da Luz". Agora é disto que me lembrarei sempre, quando me chamarem Jayada. Jay para os amigos e para os golfinhos de Kerala, hehehe... Vitória à Mãe Divina no coração de todos os Seres!
Golfinhos, 2012
Jayada©
(clique uma vez sobre a imagem para ver maior)
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